quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sitio Novo, um castelo que nasceu de um sonho



De repente você avista um castelo erguido no alto da serra ao lado de uma estrada que corta as terras de Sitio Novo, uma região pobre nos limites do agreste e do sertão do Rio Grande do Norte a 104 km de Natal. E lá está no alto da serra dos Tapuias, quase 400 metros acima do nível do mar, lembrando de longe os velhos castelos das montanhas da Europa: um castelo feito de pedra e cal, fruto dos sonhos e do ideal de Zé do Monte que é a grande atração no alto da Serra dos Tapuias.





Contrastando com a simplicidade das casas da cidade de Sítio Novo, o castelo é um sonho maravilhoso de um homem de hábitos simples chamado José Antônio Barreto ou Zé do Monte. Com a sua fala mansa, poucas palavras e gestos pausados, Zé do Monte explica que todo o seu trabalho é fruto de uma aparição de Nossa Senhora, que lhe incumbiu da missão de construir 13 castelos. Por isso, ele construiu seus 13 castelos, quase como numa peregrinação, em todos os estados do Nordeste pelo menos um foi edificado, com exceção do Maranhão e de Sergipe.

De longe, o castelo confunde. A grandiosidade e a suntuosidade que se imagina existir dá lugar a uma construção
rústica, na base da pedra, do cimento, do tijolo e da cal. Ao contrário dos castelos europeus, não existe piso em mármore, peças em ouro e nem ilustres brasões de famílias. No castelo da Serra dos Tapuias há algo mais valioso, a vontade de cumprir uma promessa.


No seu interior do castelo há imensos e estreitos labirintos, subindo e descendo com paredes inacabadas, sem iluminação, com poucas portas e janelas que deixam entrar a luz do sol e sempre terminam em pequenas sacadas que mostram belos panoramas. De lá se descortinam as serras e as terras do sertão, que se estendem abismo abaixo.

Quando Zè do Monte visitava uma cidade do interior do Rio Grande do Norte em 1940,
uma aparição de Nossa Senhora o fez abraçar a missão que modificariam sua vida. Segundo diz, a imagem da santa surgiu como que esculpida na rocha e conversou algum tempo com ele sobre o destino de construir castelos e sobre os recursos materiais e espirituais que haveriam de garantir a obra.



Zé do Monte não desanimou por não ter dinheiro. Sem ter a mínima noção de engenharia ou
arquitetura e apesar de nunca ter erguido uma parede durante toda a sua vida, depois da aparição ele se determinou que faria as construções. Nos anos 60 ele reformou sua casa no bairro das Quintas em Natal. A casa é um mini castelo, com muitos azulejos, torres, portas e janelas protegidas por grades.

Ao descobrir a Serra dos Tapuias, procurou o dono das terras, fez negócio e ocorreu uma coincidência, pois a venda só seria realizada a quem prometesse que preservaria a imagem da santa que ali existia.
Numa área de 13 hectares, Zè do Monte construiu o castelo e o que chama mais a atenção em seu aspecto externo são as 83 torres, que surgem dos mais diferentes locais sem obedecer qualquer estética.

Na parte interna, o que
impressiona é a sua entrada, com uma nave principal e seus altares, que lembram uma igreja. Próxima a nave, a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.






terça-feira, 18 de outubro de 2011

Cuiabá, o maior paraíso ecológico do mundo

Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso, guarda um dos cenários mais bonitos do Brasil e oferece muitas emoções e sensações para quem curte aventuras junto à natureza. Eleita como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, a cidade tem um dos climas mais quentes do Brasil onde os termômetros marcam 40 graus praticamente o ano todo. No inverno a temperatura pode chegar a 10 graus, mas apenas por alguns dias.


 




Localizada às margens do Rio Cuiabá, dizem as lendas que nas margens dos rio existiam árvores que produziam cuias, ou seja, rio criador de vasilhas de cuia. Daí surgiu o nome Cuiabá. Existem diversas versões, mas ninguém sabe ao certo.

Descoberta e fundada por bandeirantes por volta de 1673 devido à descoberta de ouro, Cuiabá cresceu devido ao garimpo no rio que atraiu muitos aventureiros que se embrenharam por suas matas, chegando a ser a maior cidade do Brasil.

Quando descobriram que o ouro era pouco para tantos garimpeiros, muitos abandonaram a cidade que só cresceu com o turismo na região. A capital do velho oeste brasileiro teve que resistir a longos anos de solidão nos sertões.
 











Do período colonial restou o Centro histórico com seus famosos calçadões. Com largas avenidas e muitos parques verdes, cinemas, shoppings e museus, Cuiabá tem uma das mais lindas igrejas do Brasil, a Igreja do Bom Despacho, em estilo gótico definido por um arquiteto francês. A igreja é considerada a Notre Dame de Cuiabá.

No Museu Rondon está o acervo indígena com adornos, indumentárias, armas, artefatos de rituais, cerâmicas, instrumentos musicais, tecelagem, trançados e utensílios, além de fotos das aldeias. O Museu é um tributo ao matogrossense Marechal Cândido Rondon, pela sua determinação na defesa dos direitos indígenas.






Com uma cultura fortemente influenciada pelos índios e pelos escravos que viveram na região, os peixes, frutos e temperos da região ganham toques de gourmets e conquistam o paladar. Com muita sofisticação, a incorporação dos ingredientes nativos da região dão um cheiro, sabor e aspecto sedutor nas comidas.

Frutos exóticos, como o pequi que tem aroma e sabor peculiar dão origem a pratos deliciosos. Pacu assado, Mojica de pintado, Moqueca cuiabana, Dourado na folha de bananeira e Caldeirada de bagre, são iguarias únicas trabalhadas nas mãos de hábeis cozinheiras.








Cuiabá é uma das portas de entrada para o Pantanal Matogrossense e reconhecido como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do mundo, o pantanal é considerado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Todo o Pantanal guarda uma grandeza e extensão ambiental que não tem similares no planeta terra.


 





Com diferentes tipos de florestas, campos de matas, variada vegetação, a alternância do ciclo das águas e o clima, a coleção de aves do Pantanal é considerada como uma das mais fascinantes, pela beleza e diversificação das espécies.

Os turistas que chegam à região pela 1a. vez percebem que estão num mundo à parte, onde plantas e animais convivem no maior zoológico aberto do mundo. É no Pantanal que está o maior criatório de peixes de água doce do planeta e onde animais e aves escolheram para procriar.
 
Milhares de aves se concentram nos chamados ninhais e ajudam a reciclar o ecossistema. No Pantanal vive a maior ave da fauna brasileira, a Ema, um gigante de 30 kg além de outras grandes aves. O símbolo do Pantanal é o Tuiuiu também chamada de jaburu, uma ave de plumagem exuberante.




Pirambóia, o único peixe que morre afogado


A paisagem peculiar, com suas lagoas temporárias e outras permanentes, garante proteção a muitas espécies de animais ameaçadas de extinção, como a capivara, tamanduá-bandeira, veado-mateiro entre outros.

São centenas de espécies de peixes, entre eles o Pirambóia, o único peixe que morre afogado. Tendo pulmões, como um mamífero aquático, precisa vir a tona para extrair oxigênio diretamente do ar. Durante a noite, pode-se observar os olhos dos jacarés brilhando no escuro, refletido pelas luzes das lanternas usadas pelos guias especializados. 






Um dos principais paraísos matogrossenses é Nobres. A região que até recentemente era desconhecida, tem grutas, lagos, rios e panoramas naturais. Mas é a 100 km de Cuiabá que está o mais belo lago do Brasil e da América do Sul, o Lago de Manso com suas praias artificiais de água azul.

O lago além de ter se tornado uma das áreas mais valorizadas da região, com suas mansões e marinas, se tornou a maior atração turística. Ainda pouco conhecido, no período das chuvas o lago chega a subir até 8 metros e em alguns locais a profundidade chega a 50 metros.


 

 


 Formado pela água represada da Usina Hidrelétrica de Manso, trouxe para a cidade a autosuficiência em energia elétrica e também uma opção de lazer náutico e aquático. Quem gosta de navegar, tem um trecho livre de 30 quilômetros.

Pela beleza natural, pela imensidão das águas, pela facilidade de acesso através da rodovia bem conservada, o lago de manso, é um grande atrativo turístico com uma das mais belas paisagens de Mato Grosso.  Ao redor do lago, existem trilhas para o ecoturismo e muitos animais silvestres, como a garça do Pantanal e a águia pescadora.





A cidade da Chapada dos Guimarães, a um pouco mais de 60 km de Cuiabá é um dos lugares mais tranquilos do mundo e suas casinhas tem janelas com portais rústicos. Dali se parte para o Parque da Chapada dos Guimarães e um parque de grandes paisagens rochosas.

A cada ponto da estrada surge algo fantástico e inesperado, como as grutas de pedras e vários rios de águas transparentes. O atrativo turístico natural tem grande destaque, pois a natureza construiu imensas belezas que encantam.

Com grandes elevações que permitem apreciar todo o vale, surgem cachoeiras de águas brilhantes. Beleza e misticismo se misturam entre árvores retorcidas, cachoeiras e montanhas. É o Cerrado.

 


A primeira impressão é de uma paisagem agreste, com árvores de pequeno porte e retorcidas, em terrenos aparentemente áridos e sem vida. No entanto, o Cerrado é um dos biomas mais importantes do Brasil. É o berço das águas que estão no subsolo do Cerrado e de onde brotam os rios que formam as principais bacias hidrográficas do país: Platina, Amazônica e Tocantins.

Nesta vastíssima região encontram-se cavernas, grutas, corredeiras, cachoeiras e muitas trilhas que englobam as cidades de Chapada dos Guimarães, Rosário Oeste, Jaciara, Barra do Bugres, Poxoréo, Dom Aquino, Arenápolis e Nortelândia.

São 157 km de paredões, 46 sítios arqueológicos, 2 sítios paleontológicos, 59 nascentes, 487 cachoeiras, 3.300 km² de Parque Nacional e 2.518 km² de Área de Proteção Ambiental, 2 reservas estaduais, 2 parques municipais e 38 espécies que não existem em nenhum outro lugar. A flora tem mais de 10 mil espécies de plantas diferentes, exóticas e medicinais.

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães que guarda uma fauna diversificada, flores e cachoeiras foi criado com o objetivo de proteger os ecossistemas locais, assegurando a preservação dos recursos naturais e dos sítios arqueológicos existentes e proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa em seus quase 33.000 hectares.





 

Há algumas regras gerais para o uso público que visam o bem estar dos visitantes e para evitar danos ao local: do parque só se leva recordações na memória e nas fotos. O Portão do Inferno, apesar do seu nome, é um local de muita paz e tranquilidade com um imenso canyon que a natureza construiu e está ao lado rodovia proporcionando uma vista exuberante dos paredões. Essa é uma passagem obrigatória para quem vai à Chapada.

Devido a uma grande quantidade de cobras que habitam a região, é aconselhável usar botas de cano longo para caminhar na Chapada dos Guimarães, além de levar água para beber. As águas naturais da Chapada são extremamente ferruginosas e provocam desinteria em quem as consomem, ainda que moderadamente. As caminhadas duram cerca de 3 horas e devido ao forte calor, é desaconselhável qualquer passeio entre 11 e 14 horas.

O Morro de São Gerônimo é o ponto mais alto de Chapada, com 850 metros de altitude acima do nível do mar. No percurso até o morro, há fósseis de conchas encravadas nas rochas, demonstrando a formação geológica milenar além das esculturas naturais em arenito chamado Caminho das pedras.


 




A Cidade de Pedras foi esculpida pela natureza onde o imaginário humano diz lembrar uma cidade. A Casa de Pedra, no lado oposto, é uma gruta de rochas que foi cavada pelas águas do córrego Independência. O Paredão do Eco no alto da Chapada, é um mirante natural formado por paredes de arenito.


Inúmeras cachoeiras lavam a alma de quem está saturado da vida urbana. As águas descem formando piscinas naturais que convidam a um mergulho. As mais conhecidas são Véu de Noiva, Independência, Andorinhas, 19 de Novembro, Pedra Furada, Sete de Setembro, Cachoeirinha, Salgadeira e dezenas de outras.


 






A Gruta Aroe jari, que na tradição indígena significa "morada das almas", é uma gigantesca e rara gruta de arenito considerada a 2a. maior caverna do Brasil, com 1.100 m de extensão. Dizem historiadores que ela poderia ter sido habitada por indígenas em tempos pré-históricos.

Quem quiser ver as maritacas na gruta, deve entrar sem fazer barulho para não espantá-las. Um pouco mais adiante está outra gruta com águas muito frias, e devido à surpreendente cor de suas águas, ela é chamada de Gruta da Lagoa Azul.

Existem uma série de fatores que fizeram de Chapada dos Guimarães um dos pontos de atração de místicos do mundo inteiro. O paralelo 15º Sul passa por regiões que seriam beneficiadas energeticamente, e, segundo as profecias de Dom Bosco, nasceria a civilização perfeita, aquela talvez, almejada no terceiro milênio ou na era de aquário.

Este fluxo eletromagnético que passaria por esta região, possibilitaria às pessoas iniciadas um maior contato com os elementais e seres de outras dimensões. Dizem existir sobre Chapada um buraco que permitiria a passagem de ondas cósmicas que normalmente não chegam à superfície.


 



Há 300 milhões de anos a  Chapada dos Guimarães era o fundo do mar. Quando mar afastou deu lugar a um deserto que cobriu toda a região. Durante um passeio pela chapada é possível ver fósseis conchinhas do mar bem visíveis na argila ou hematita.

Com o surgimento da Cordilheira dos Andes, a região onde hoje é a Planície Pantaneira afundou, criando então a borda da Chapada com uma diferença de altura vertical de mais de 350 metros.
A quantidade de águas puras das nascentes e rochas com formações de quartzos, hematitas, ouro, diamantes e outras rochas, fazem de Chapada um local que possibilitam às pessoas um contato direto com a natureza, auxiliando o desenvolvimento sensitivo e espiritual, e quem sabe, despertando para uma consciência menos egoísta e mais planetária.


 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Lago de Itá



Na divisa dos estados de Santa Catarina/Rio Grande do Sul, o lago da Usina Hidroelétrica de Itá inundou 100.000 metros quadrados de terras abrangeando parte de sete cidade em Santa Catarina e quatro cidades no Rio Grande do Sul o que despertou o turismo rural e os esportes náuticos para a região. A influência de imigrantes europeus e orientais é um traço marcante da cultura e da culinária em diversas cidades como Itá, Arabutã, Concórdia, Alto Bela Vista, Ipira, Peritiba, Piratuba, Marcelino Ramos, Aratiba, Mariano Moro, Severiano de Almeida.







Os primeiros moradores de Itá em Santa Catarina eram imigrantes italianos que chegaram na região em meados de 1920. Quando a antiga vila foi inundada em 1996, em função da barragem do Rio Uruguai, foi construída uma nova sede totalmente planejada. O Rio Uruguai cobriu todas as casas mas restaram de lembrança as torres da antiga Igreja de São Pedro que se tornou-se um ponto turístico da cidade. Itá significa "Pedra" na lingua indígena e é o símbolo do monumento da praça.







De Itá em Santa Catarina até Aratiba no Rio Grande do Sul está a maior tirolesa da América Latina. A distância entre um ponto e outro é de 4,5 km. O circuito começa no centro de Itá atravessa o lago percorrendo 2.500 metros até uma torre de 14 metros de altura em Aratiba e termina na prainha de Itá próximo ao Thermas, com percurso de mais 2.000 metros. O trajeto acima das águas do lago da Usina Hidrelétrica Itá é uma emocionante descida de 15 minutos que dá direito a uma visão paradisíaca e muita adrenalina.









Em Piratuba a grande atração são as fontes de águas termais sulfurosas da Estância Hidromineral com muitas piscinas, quadras de esporte, trilhas ecológicas e um jato de água quente de 30 metros de altura. Aos domingos e feriados parte a Maria Fumaça de Piratuba a Marcelino Ramos, uma viagem de belas paisagens animada com música regional, regada com um bom vinho e degustação de produtos regionais durante o trajeto. Em Marcelino Ramos a maior atração turística é o parque de águas termais às margens do Lago do Uruguai.




A grande atração de Alto Bela Vista é a ponte metálica de quase 460 metros de comprimento sobre o Rio Uruguai que liga Santa Catarina à cidade de Marcelino Ramos no Rio Grande do Sul. A sequência de três quedas d'água no Rio Velho Vicente e a vista que se tem de um ponto alto faz juz ao nome da cidade pois tem uma Bela Vista.





As cidades de Mariano Moro e Severiano de Almeida também em forte influência dos imigrantes italianos e a pesca é uma tradição da cidade que deu origem à Festa anual do Peixe.
Severiano de Almeida por muito tempo foi chamada de Nova Itália e deu nome ao Parque Nova Itália.

A Cantina Tretin é uma típica propriedade italiana construída em madeira e pedra que retrata parte da história dos imigrantes italianos. Além da degustação e venda de vinhos fabricados na propriedade, a cantina promove almoços e jantares para grupos e excursões, servindo pratos típicos italianos.




Em Concórdia, a influência dos imigrantes italianos manteve muitas tradições do passado, como a Igreja do Pinheiro Preto que guarda a memória dos imigrantes. Às margens do Rio Uruguai, grandes fazendas se tornaram pousadas para o agroturismo, além dos restaurantes italianos e alemães que servem a comida típicas.





Peritiba é cercada de muito verde, de flores e ar puro. Colonizada por imigrantes italianos e alemães, a cidade tem a melhor qualidade de vida da região e é notória a preocupação com o meio ambiente. Além disso, os cuidados com a arquitetura da cidade se estende desde os grandes sobrados até aos mini chalés do posto telefônico e das lixeiras.



Arabutã e Ipira são cidades colonizadas por imigrantes alemães e romenos que chegaram à região na década de 1900. Nas pequenas praias de Arabutã, às margens do Rio Jacutinga, há campings que recebem turistas atraídos por suas corredeiras e as magnifícias cascatas de Ipira.







Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

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