segunda-feira, 18 de abril de 2011

Maceió, a terra das águas



Maceió é a capital do Estado de Alagoas, tendo lindas praias com coqueirais, águas mornas e piscinas naturais. No verão as águas das praias ficam transparentes e o céu limpo, com quase nenhuma nuvem, mais parece uma obra de arte.

Além de suas belezas praianas Maceió guarda uma grande riqueza, a água potável. É um dos locais onde tem maior quantidade de água potável do estado e por isso chamada terra das águas.



 
 
 
A cidade: Originada de um vilarejo de 1609, Maceió se tornou uma cidade devido ao seu porto. O histórico bairro do Jaraguá é um dos mais antigos de Maceió onde estão as construções coloniais mais bonitas da cidade.
 
A Avenida da Paz, concentra restaurantes, casas noturnas, hotéis, clubes sociais e esportivos no centro da cidade. Embora a qualidade da água seja imprópria para o banho, é um dos lugares onde pode ser observado o magnífico pôr-do-sol da cidade. Com um lindo calçadão, é o lugar ideal para passear no final da tarde e apreciar a beleza do mar. 



 
 
 
Pajuçara: As praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca são as mais visitadas. De Pajuçara saem as jangadas que levam para passeios nas piscinas naturais até a barreira de recifes durante a maré baixa, onde se pode ver diversos peixes coloridos. Nos finais de semana Pajuçara ganha bares flutuantes.

Praia do Francês: Essa é uma das mais belas e melhores praias. Sua enseada é formada por uma extensa barreira de recife que forma uma belíssima piscina natural e o mar tem a cor do azul turquesa ao verde. Da Praia do Francês saem os passeios de barco para observar os corais e a fauna marinha. É a praia que fica lotada nos finais de semana e alta temporada.

 






 
Ponta Verde: Localizada em um dos bairros mais bonitos da cidade, na orla da Praia Ponta Verde estão os edifícios mais luxuosos, restaurantes e hotéis. Nos finais de semana a praia se transforma numa imensa área de lazer para adultos e crianças.
 
Por ser uma praia de águas calmas, pode-se praticar esportes náuticos como windsurf e caiaque. Durante a maré baixa, formam-se piscinas de águas mornas. É a praia considerada como um dos pontos de encontro dos jovens. 
 
Nessa praia existiu um dos pontos turísticos mais visitados, o "Gogó da Ema", que era um coqueiro torto nascido à beira-mar.  Chamava atenção pela forma de um pescoço de ema, tendo sido derrubado pelo avanço do mar na década de 1960.
 
O local era o preferido dos namorados nas décadas de 1950 e 1960, sendo que ainda hoje é um lugar encantador principalmente na época de Lua Cheia. Hoje no local existe um clube, o Alagoas Iate Clube, ponto de divisão entre as praias da Ponta Verde e dos Sete Coqueiros.
 
Sete Coqueiros / Sonho Verde: Situada na ponta norte da enseada de Pajuçara, Sete Coqueiros  é ponto de saída para os passeios de jangada até as piscinas naturais. Sonho Verde faz jus ao nome, pois é um sonho essa praia cheia de coqueiros inclinados, areia fina e dourada. É também a área de preservação do peixe-boi e a praia preferida de quem gosta de águas tranquilas.    
 
Jatiúca: Com seu mar verde, Jatiúca é a continuação  da praia de Ponta Verde. Preferida pelos surfistas devido às suas águas agitadas e sede dos campeonatos durante o ano, na orla estão muitos bares, restaurantes, barracas de praia, pista de cooper e ciclismo, equipamentos de ginástica, hotéis e pousadas. Durante o dia essa praia encanta com suas águas verdes. Nas noites de Lua Cheia as águas do mar se transformam em um tapete prateado.
 



 


Gunga/Guaxuma: A Praia do Gunga, com sua areia e coqueiros que avançam mar adentro, une as águas do Rio São Miguel com o oceano. O mar da Praia da Guaxuma é bastante agitado, por isso não é muito indicada para mergulho. Mas na tranquila areia estão as barracas rústicas e quiosques de palhas, onde pode-se apreciar o movimento das ondas curtindo o temperinho da culinária local.

Ipioca: A praia pontiada por coqueiros, é tranquila e deserta. Situada a 18 km do centro da cidade, suas águas azuis e quase nenhuma onda, é o lugar ideal para quem aprecia o camping selvagem. A igreja de Nossa Senhora do Ó, que tem origem de um forte construído pelos portugueses, ainda hoje é venerada pelos moradores do lugar.


 

 

Mundaú: A Lagoa de Mundaú é formada por um vasto manguezal pontilhado por nove ilhas. Uma grade variedade de peixes, crustáceos e moluscos fazem parte desse cenário de rara beleza. Inúmeros saveiros fazem o passeio na lagoa, que vai até Barra Nova onde a lagoa se encontra com o mar.

Maragogi: Outros locais próximos de Maceió são as Dunas de Marapé e Maragogi, um complexo turístico com lindas praias, dunas, muitos coqueiros, manguezais e piscinas naturais.  

 

 


Paripueira: Essa é uma praia movimentada com bancos de areia que formam piscinas naturais. Foi uma colônia de pescadores e cresceu por causa da proximidade com Maceió e se tornar área de veraneio.

É uma das mais longas praias de Alagoas e na maré seca é possível andar quilômetros mar adentro. Nessa praia há a maior concentração de piscinas naturais do mundo. As formações de corais na região são consideradas a 2a. maior barreira de corais do mundo.

Carro Quebrado: Saindo de Paripuera, depois de atravessar o rio Santo Antônio de barco, com um jipe se chega à Praia do Carro Quebrado, uma praia deserta e maravilhosa. Dizem que o nome da cidade originou no passado, quando os namorados iam para essa praia para ficarem sozinhos e esqueciam da hora. A desculpa para chegar atrasado em casa costumava ser de que o carro tinha quebrado.
 
Foz do Rio São Francisco: A foz do rio no encontro com as águas do mar forma um dos mais belos cartões postais de Alagoas. O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais e caminha irrigando a terra seca e árida do sertão, realizando o milagre da vida por onde passa. Depois de percorrer cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o rio desagua no mar, entre coqueirais e praias douradas.




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Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

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