terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ingá, um dos maiores enigmas da humanidade



A pequena cidade de Ingá na Paraiba é conhecida pelas suas surpreendentes Itacoatiaras que são pedras cobertas por gravuras de formas geométricas, um dos maiores enigmas da humanidade. O sítio arqueológico Pedra do Ingá reúne um conjunto de rochas repleto de intrigantes e complexas inscrições rupestres, produzidas em baixo relevo ao longo de um paredão rochoso de 46 metros de comprimento por quase 4 metros de altura, que se eleva sobre um lajeado do riacho.

As inscrições que ocupam grande extensão apresentam sinais ambíguos, compondo um sistema de signos que foram gravados em algum momento de um passado muito distante através de sulcos largos, profundos e muito bem polidos. Muito se conjectura sobre a origem destas intrigantes gravuras, que são atribuídas a finalidades e artífices diversos, desde as antigas etnias indígenas até povos vindos de outras longitudes continentais ou alienígenas vindos do espaço.





Nenhum prognóstico definitivo existe sobre este instigante mistério do passado, que se constitui como as inscrições pré-históricas mais importantes do mundo ainda não decifradas. A origem da pedra é desconhecida e algumas rochas tem sido estudadas por cientistas do todo o mundo, apresentando uma curiosidade muito interessante: elas emitem sons metálicos parecidos como um sino apesar de não serem ocas.

Além das Itacoatiaras, que significa "pedras riscadas" na lingua Tupi, existem ainda outros indícios arqueológicos muito interessantes no local. Aventureiros, que não medo de altura, caminham pelas trilhas de 600 metros de altitude passando por paisagens únicas. Ali pode-se conhecer os mistérios da Serra Velha, entrar nas grutas que serviram de abrigo para homens primitivos e também para o bando de cangaceiros que aterrorizavam a região nos anos de 1920. Do cruzeiro, o ponto mais alto da Serra Velha, pode-se avistar todo o Planalto do Borborema.



É na Serra Velha que está a Pedra da Janela, que foi comentada pelo escritor russo Peter Kolosimo em seu livro "Antes dos tempos conhecidos". Tal pedra é considerada encantada e os moradores tentam explorá-la para ver o que há em seu interior. A pedra recebeu esse nome devido à abertura em forma de janela onde foram observadas luzes que entram e saem constantemente da rocha.

Dizem os moradores que isso não é novidade. Certa vez uma luz em forma de cilindro pairou por algum tempo em frente à abertura, desaparecendo em seguida. No dia seguinte, um helicoptero da Aeronáutica esteve no local e recolheu pedras para análise e o Centro de Ufologia da Paraiba constatou ser minério de ferro. A Pedra da janela é um sitio arqueológico, mas ainda não foi explorado apesar dos desenhos rupestres na rocha.


Em 1872 o Vale do Ingá se tornou muito conhecido na Europa devido aos estudos feitos no local e muitos livros foram publicados sobre a Pedra do ingá, como "A Viagem ao desconhecido" escrito por Gilvan Brito. Estudiosos de petrogrifos dizem que as marcas podem ter sido esculpidas por seres alienígenas, os Anunnaki, devido à semelhança com escritos sumérios.

Zecharia Stichin, um dos maiores estudiosos de linguas antigas e extintas, traduziu os textos da antiga suméria descobrindo que seus habitantes acreditavam ser descendentes dos Anunnaki, uma civilização extraterrestre que há 450.000 anos estiveram na Terra realizando experiências genéticas.

De acordo com ele, Anunnaki significa "aquele que vem dos céus". Eles teriam vindo de um planeta chamado Nibiru que a cada 3.600 anos passa entre Marte e Jupiter. Há 6.000 anos atrás os Sumérios conheceram e citavam um planeta descrito como raça dos deuses.



A existência da inscrição na Serra Velha não deixa dúvida que uma civilização avançada e desconhecida esteve ali e a presença dos UFOs na confecção dos hieroglifos da Pedra do Ingá não é absurda. Os índios Cariris, que no passado habitavam a região, desconheciam os metais e qualquer outro instrumento que fosse capaz de produzir sulcos perfeitos e polidos na rocha.

Um dos pictogramas representa uma nave espacial semelhante à Apolo 11. O ponto chave de comparação aos Anunnaki é a gravação da localização da origem cósmica dos UFOs. Existem ainda escritos que fazem referência à localização das constelações, contagem do ano solar e lunar, velocidade da órbita da terra...




Nenhum comentário:

Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

Seguidores