quinta-feira, 31 de março de 2011

São Luis do Maranhão, capital do azulejo e do reggae



Conhecida como cidade dos azulejos, São Luis do Maranhão é uma cidade que lembra Lisboa, com suas casas revestidas de azulejos. O nome da cidade foi uma homenagem dada pelos franceses ao Rei da França Luís IX, quando fundaram a cidade. Invadida pelos holandeses e posteriormente retomada em 1644 pelos portugueses, a cidade ainda guarda as influências desse passado. O Museu do azulejo de São Luis tem uma coleção rara de azulejos portugueses e franceses.





A cidade foi tombada pela Unesco como Patrimônio cultural da Humanidade. Seu famoso conjunto arquitetônico no Centro Histórico tem mais de 5000 prédios dos séculos 17 e 19, que remetem a um passado de muita riqueza onde barões e prósperos comerciantes acumularam fortunas. Se do lado de fora os prédios chamam atenção por causa dos azulejos e o estilo das construções, por dentro eles impressionam pela decoração. É impossível passar pela cidade sem conhecer o antigo prédio da fábrica de tecido erguido em 1900, onde está o centro de artesanato regional.







O belo Palácio La Ravardiére é uma das heranças da fundação da cidade pelos franceses; hoje funciona a Prefeitura. A sede oficial do governo está no Palácio dos Leões. No centro histórico estão as reliquias da arte sacra nas 15 igrejas e capelas, mas a mais exuberante é a Catedral da Sé com seu altar em madeira entalhada por um artista português. E o que reluz no altar é de puro ouro, de 22 quilates.





São Luís está numa ilha, cercada de belas e extensas praias planas com areia clara e mar raso. A Praia de Marcos é
preferida dos surfistas; a Praia Calhau é onde se realizam os jogos de verão e considerada a mais bonita por suas dunas. Em qualquer praia pode-se experimentar o Guaraná Jesus, com gosto de tutti fruti. Não é uma maravilha, mas é típico do Maranhão.

A praia Ponta D'Areia é onde o turista deve estar atento nas fases da lua, pois é onde ocorre a maior variação de maré da costa brasileira e do mundo. A cada 6 horas ocorre a variação da maré e a diferença no vaivém das águas pode chegar a quase oito metros. Em algumas épocas, a praia só aparece depois das 10 horas da manhã, mas quando chega 16 horas a água volta a tomar conta de tudo, e só não invade a avenida devido aos aterros. E quem vai sair de barco, é bom saber o horário da maré, porque na maré vazia a água some e os barcos
ficam encalhados. A variação da maré é impressionante.



A Praia Ponta d' Areia, uma das mais populares, é famosa pelos clubes de reggae. A orla marítima tem barracas que
servem o peixe e frutos do mar para acompanhar a cerveja gelada ao som do reggae. São Luis pode ser considerada a Jamaica brasileira, a capital do reggae no Brasil.

O fenômeno musical que chegou à cidade nos anos 70, hoje tomou
conta da cidade misturando-se ao forró, e o som caribenho ganhou sotaque nordestino nos bailes dos galpões. As radiolas, que são equipamentos de som com uma aparelhagem, é próprio do Maranhão. É o único lugar onde se dança o reggae a dois e onde começou a famosa banda Tribo de Jah.







Outro ritmo marcante é o Tambor de Crioula ou Punga, uma dança de origem africana realizada em louvor de São
Benedito. É organizada em qualquer época do ano para pagar promessas e também em qualquer festa, seja de aniversário, batizado, vitória do time de futebol, ao ritmo do roncador que anuncia a punga e matraca que dá cadência. Uma tradição é a festa do Bumba-meu-boi, que arrasta os maranhenses nos meses de junho e julho. O cacuriá é uma dança típica do estado que apareceu nas festividades do Divino Espírito Santo, uma das tradições de junho.







Em Barreirinhas está o Parque dos Lençóis Maranhenses, belo e intrigante fenômeno da natureza, é um paraíso
ecológico com dunas, rios, lagoas e manguezais. Raro fenômeno geológico, foi formado ao longo de milhares de anos através da ação da natureza, formando paisagens deslumbrantes com imensidões de areias que fazem o lugar assemelhar-se a um deserto.

Ao contrário de outros desertos, chove na região o que forma as suas lagoas que se
espalham por todo parque. A Lagoa Azul e Lagoa Bonita são famosas pela beleza e condições para nadar. Indo de carro, chega-se a Barreirinhas em apenas 3 horas, mas quem for de avião economiza tempo e além disso tem a bela paisagem aérea dos lençois maranhenses.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Florianópolis, a ilha da magia




 
Florianópolis tem o título de Ilha da Magia, isso porque enfeitiça com suas praias paradisiacas, lagoas, dunas, trilhas na Mata Atlântica e sitios arqueológicos. Lugar de gente bonita, dos surfistas e culinária inesquecível, com mais de cem praias em cada uma existe uma peculiaridade.








Praias: Na Praia Mole e Joaquina, é o surf e a paquera. O mar calmo de Jurerê, Canasvieiras e Ingleses atraem famílias e argentinos. As praias do Sul são as mais rústicas e seu cartão-postal é a intocada Lagoinha do Leste. Além dos esportes náuticos, tem o sandboard – descida de dunas em prancha de madeira - wind e kitesurf, parapente e trekking.










Folclore e culinária: Colonizada por imigrantes açorianos, Florianópolis mantém em suas pequenas vilas as manifestações culturais e religiosas trazidas pelos portugueses. Nos povoados de Ribeirão da Ilha e de Santo Antônio de Lisboa as heranças portuguesas estão na arquitetura e na culinária, à base de ostras produzidas na região. Os frutos do mar chegam fresquinhos nos restaurantes espalhados pela Lagoa da Conceição. É ali que estão concentrados também a maioria dos bares, boates e cafés, e mostra o agito noturno no centro da ilha.
 





A ilha: Florianópolis tem destaque por ser uma das quatro cidades brasileiras que tem a melhor qualidade vida. Seu cartão postal é a Ponte Hercílio Luz, inaugurada em 1926 e foi a primeira ligação rodoviária entre a ilha e o continente. Antes era chamada de Ilha de Santa Catarina, porque Dias Velho chegou na ilha no dia consagrado a Santa Catarina.
Também conhecida como Meiembipe, que significa montanha ao longo do mar na lingua dos Carijós, o estreito era chamado de Y-Jurerê-Mirim, que quer dizer pequena boca d'água. A ilha servia para abastecer as embarcações que passavam pela ilha no século 14. Os diversos naufrágios na costa da ilha deu origem aos estudos de arqueologia subaquática, onde diversos artefatos e partes das embarcações foram recuperados pelos pesquisadores.




Sítios arqueológicos: Na época que os exploradores europeus chegaram à ilha encontraram ali os índios carijós, mas sitios arqueológicos provam que ali viveu o Homem de Sambaqui, que data de 4800 a.C. Existem inscrições rupestres em várias praias e o litoral catarinense é o único com gravuras rupestres de toda costa brasileira, espalhadas entre os municípios de Porto Belo a Garopaba em costões de diabásio. A maioria das gravuras são geométricas, existindo também representações humanas estilizadas.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Roraima, a terra de Makunaima



Com savanas, serras e florestas amazônicas, Roraima é um paraíso para quem gosta de natureza, pura magia e verde, a cor que neste canto tupiniquim é na maioria das vezes sinônimo de muita adrenalina. É um lugar onde as lendas são contadas com muito gosto pelos caboclos, índios e ribeirinhos que vivem ali; e suas serras e rios, com cachoeiras e corredeiras, são o paraíso para os amantes do ecoturismo. Roraima reúne os cenários perfeitos para a observação da riqueza da fauna e da flora brasileira e para os esportes radicais, do rafting ao paraglider.




Boa Vista é a única capital do Brasil que está no Hemisfério Norte, acima da Linha do Equador. Capital de Roraima, é o estado que tem predomínio de florestas e dizem que o nome do estado foi criado pelos índios Pemons: Roro (verde) e imã (serra ou monte) = Roraima. Boa Vista é uma cidade moderna que se destaca de outras capitais da Amazônia pelo seu traçado urbano organizado de forma radial lembrando um leque, em alusão às ruas de Paris na França.








Um de seus pontos turísticos é a Orla Taumanan, que significa na lingua macuxi Orla da Paz, uma orla flutante onde tem lanchonetes, restaurantes, local para caminhadas e descanso. É uma área verde ao ar livre, o point onde acontecem efervescentes shows, com direito a muito agito e azaração. Com duas plataformas, é bastante florida e com magnífica vista para o rio. O bolo de carimã e o tambaqui recheado são pratos bem conhecidos da região. O Tambaqui também chamado de Pacu Vermelho, é um peixe de 90 cm de comprimento e 30 kg e tem sabor especial. Esse peixe só é encontrado nas águas quentes da Amazonia e regiões próximas.



Uma riqueza brasileira pouco conhecida é a Serra do Tepequém que está a 400 km de Boa Vista, que foi radicalmente
modificada devido a intensa e descontrolada exploração de diamantes. A Serra é um velho e extinto vulcão com 1.110 metros de altitude que fica a 40 km de Amajarí, mais conhecido por Vila Brasil. Região da caça ao diamante entre as décadas de 30 e 70 do século passado, o topo da Serra é um imenso vale, atravessado pelos rios Sobral e Paiva. No caminho para a serra, a paisagem vai mudando.

Diz a lenda que um vulcão vivia zangado lançando suas chamas a longas distâncias. O fogo derramava suas chamas serra abaixo e tudo virava cinzas; arvores, bichos, tudo. Na maloca, o Tuxauá, preocupado com a sobrevivência de sua tribo, consultou o Pajé e se reuniram em volta da fogueira. Num gesto de renúncia, as três mais belas índias virgens da tribo se ofereceram em sacrifício e se lançaram no fogo do vulcão, que aplacou sua ira. As lágrimas da três índias até hoje são encontradas em forma de diamantes em toda a Serra do Tepequém.



Essa lenda conta bem o fascínio que a Serra do Tepequém representa desde os tempos em que era um dos eldorados do
garimpo em Roraima. Porém depois de muitas explosões de dinamites feitas por garimpeiros, muitas belezas naturais foram destruídas; um exemplo, é a cachoeira do Funil. Nessa região tem muitas cachoeiras e o Platô da Serra, com mais de 1.000 m de altitude, é onde estão as pousadas e campings.

O Platô é o ponto mais alto do Tepequém. Na densa floresta tropical está Caracaraí, às margens do Rio Branco sendo uma região protegida onde está o Parque Estadual da Serra da Mocidade e o Parque Nacional do Viruá. Caracaraí tem três hotéis de selva que alojam visitantes do mundo inteiro, especialmente quem gosta de pesca esportiva.


No passado, Roraima foi uma região invadida diversas vezes pelos ingleses atraídos pelas riquezas da região e a colonização da região pelos portugueses também era dificultada pelos indígenas que não aceitavam o controle e as condições que lhes eram impostas. Quase um século mais tarde, os garimpos de ouro e diamantes atraíram muitos imigrantes para a região, mas a imigração e exploração desordenada ocasionou muitos conflitos entre índios e garimpeiros, além da degredação do ambiente. Com a homologação das terras indígenas, quase metade do estado pertence aos índios.





A Reserva dos Yanomani é uma extensa área de quase 10 milhões de hectares de floresta tropical que é reconhecida por sua alta relevância em termo de proteção da biodiversidade amazônica e foi homologada por um decreto presidencial. Yanomani significa 'seres humanos", e eles mantem pouco contato com o mundo ocidental, mantendo um estilo saudável e tradicional de vida, cultura comunitária, festas típicas e crenças.

Quase 20.000 índios vivem de suas plantações, frutos
da floresta, da caça e pesca; uma vida natural que tem a sabedoria de respeitar o ciclo vital e por isso a cada 4 ou 5 anos eles se mudam para outra área da reserva, para que a terra tenha o período de descanso e possa revitalizar naturalmente.

Os Yanomami são muito apegados aos seus familiares e, além da mulher e dos filhos, irmãos, primos, sobrinhos, formam grupos poderosos. Assim quando maior o número de familiares mais força tem o seu líder, o mais velho do grupo. Eles vivem em pequenas comunidades de 50 a 80 pessoas numa mesma maloca grande. E mesmo que haja outra maloca perto, eles sabem respeitar a propriedade do outro grupo, mesmo sem cercas, portas e janelas.



Não há lei nem juiz na selva; as leis são os costumes da sua cultura. O Tuxawa, que é o chefe do grupo, não tem poder de julgar nem mesmo de mandar e deve ter habilidade para convencer aos demais do que deve ser feito. Como não há energia elétrica, as noites são longas; o índio dorme e acorda cedo. É na madrugada que que o líder faz sua pregação tentando convencer aos demais dos objetivos e ações do grupo.

E não havendo lei na cultura Yanomami, vale a "vendeta", a lei de Damião, "quem com ferro fere, com ferro será ferido". Quando um Yanomami mata outro, ele sabe que seus dias estão contados. Os parentes da vítima irão matá-lo em breve. Mas eles também sabem compartilhar. Geralmente oYanomani sai sozinho para a caça ou no máximo em dupla.

Quando a caça é muito grande, como uma anta por exemplo, sabendo que a familia não conseguirá consumir tudo, eles dividem a comida entre os familiares.
As familias são grandes porque um homem pode ter quantas mulheres ele conseguir sustentar. E as mulheres yanomani ocupam lugares importantes na comunidade, sendo consideradas importantes pelo que elas têm de valor próprio.



Os Yanomami é um povo alegre e hospitaleiro. Festejam a boa colheita e tem uma forma própria de conservar os alimentos e a carne. Eles chamam as aldeias vizinhas para fazerem parte das comemorações e é nestas ocasiões que se reúnem, cantam, dançam e ainda conversam como passaram o dia. Gostam de se enfeitar com tinturas e braceletes multicoloridos.

É costume perfurar o lóbulo da orelha para colocar pedaços de bambu, plumas e flores. Perfuram o septo nasal e os cantos dos lábios para inserirem os palitos de bambu. Os adornos femininos são mais tênues, feitos com cerne de palmeiras, flores ou maços de folhas perfumadas colocadas nos furos das orelhas ou com flores nos cabelos.




A Reserva Raposa-Serra do Sol surgiu recentemente, onde estão as cidades de Normandia, Pacaraima e Uiramutã, na fronteira com a Venezuela. Região com abundante riqueza, é uma área de quase 2 milhões de hectares destinada aos grupos indígenas Ingarikó, Macuxi, Patamanona, Taurepang e Wapixama. O Lago do Caracaranã que era o principal ponto turístico do Estado de Roraima, com praias de areias brancas e cercada de cajueiros, foi também demarcado e hoje a estrutura de turismo é utilizada apenas para reunião das comunidades indígenas. Esse lago é sagrado para os Macuxis.



O ponto culminante de Roraima é o Monte Roraima, no municipio Uiramutã também na Reserva Serra do Sol , um dos lugares mais antigos do planeta que marca a divisa do planeta, um lugar com idade estimada em mais de 2 bilhões de anos. É o marco da fronteira entre Brasil, Venezuela e República da Guiana. É o 7º ponto mais elevado do Brasil, com quase 2800 metros.

Com suas formações rochosas assustadoras que chegam a lembrar dinossauros, o Monte Roraima é o
mais complexo, desafiador e misterioso dos tepuis, atraindo aventureiros, cientistas, biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e todos aqueles que buscam nesta fascinante aventura o reencontro consigo mesmo e com a origem da vida. É uma aventura misturada com momentos reflexivos e de profundo conhecimento dos nossos valores existenciais.



Cartão-postal do Estado, o Monte Roraima é marco da tríplice fronteira e gerador das lendas locais que afirmam que a montanha é a morada de um ancestral guerreiro dos índios de origem karib, concebido por algumas etnias como um deus da natureza: o Makunaima. Resultado da fusão de maku (mau) e o sufixo aumentativo ima (grande), seu nome significa Grande Mau. Contam os nativos que, quando contrariado, o bravo Makunaima enviava, lá do alto do Monte Roraima, raios, trovões e tempestades, castigando ferozmente as tribos ao aniquilar suas terras e colheitas com os “grandes males” vindos da montanha.

Algumas vezes Makunaima se transformava em onça para ver o que estava acontecendo em seu reino, que se estendia
até o Rio Orinoco na Venezuela. Numa dessas vezes constatou que seu território estava sendo invadido e irado convocou seus guerreiros que lutaram muito mas venceram a guerra, exterminando todos os intrusos. Extremamente ferido e cansado, Makunaima rumou para o Monte Roraima e ali adormeceu, onde ainda dorme mas pode acordar a qualquer momento. E se encontrar algo que lhe desagrade, os humanos irão sentir toda a força do mal que habita a montanha.



Em Roraima, há uma versão bem popular e que teria sido uma das fontes de inspiração para o escritor Mário de Andrade no romance modernista Macunaíma. Segundo essa narrativa, o Sol era apaixonado pela Lua, mas nunca se encontravam. Quando o Sol ia se pondo, era hora da Lua começar a nascer. Assim viveram por milhões e milhões de anos até que um dia eles se encontraram, quando ocorreu um eclipse.

Seus raios dourados refletiram, juntamente com
os raios prateados da Lua, em um lago de águas cristalinas da enorme montanha que repousa no meio dos imensos campos de Roraima. Nesse encontro, Makunaíma foi fecundado. Curumim esperto, teve como berço o Monte Roraima. Cresceu forte e tornou-se um índio guerreiro. Os índios Macuxi o proclamaram herói de sua tribo.

O Monumento aos Pioneiros, uma escultura em alto relevo de concreto que reproduz o perfil do Monte Roraima, é uma obra que destaca a figura de Makunaíma como primeiro habitante do Estado e descreve um longo período histórico, retratando os elementos étnicos – os povos indígenas, os nativos e os pioneiros que ali chegaram a pé, a cavalo ou em canoas, formando o povo roraimense.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Bonito faz juz ao seu nome



A cidade de Bonito faz juz ao seu nome; tudo na região é muito bonito. Todos os passeios são realizados obrigatoriamente com guias credenciados, tanto por medida de segurança como pela preocupação com a preservação ambiental. Localizada ao sul do Pantanal no estado do Mato Grosso do Sul, é considerada referência nacional do ecoturismo. Por suas belezas naturais e comprometimento com a preservação, é um lugar único, repleto de nascentes, cavernas, riachos, cachoeiras com grande quantidade de calcário dissolvidos em suas águas.





Nas diversas lojas diversas de artesanato e nos vários restaurantes com comidas típicas da região, tem sempre alguém que pode contar as histórias da cidade. Artesãos locais e duas tribos indígenas fornecem peças variadas para os comerciantes dentro da cidade. Além dos bons hotéis, pousadas e albergues, restaurantes e comércio, tem transporte para deslocamento para todos os lugares.

A Praia da Figueira, próxima ao centro da cidade, permite passar o dia apreciando a natureza às margens da lagoa de águas cristalinas ou no deck, de onde pode-se ver cardumes. Junto aos biólogos, tem-se explicações do modo de não interferir na natureza, enquanto pode-se alimentar os peixes com as rações apropriadas. Com mesas tradicionais e flutuantes dentro do lago, é um local para esportes e diversões.




A Gruta do Lago Azul, a 20km do Centro de Bonito, deve ser visitada acompanhado de um guia, isto para evitar
depredação do lugar e do logo que está próximo. A Gruta de São Miguel é seca, com curiosas formas esculpidas pela natureza, algumas se assemelham a formas humanas.





No Buraco das araras os vôos rasantes das aves são feitos de uma ponta a outra; o espetáculo é único. A grande atração é
a enorme cavidade com cerca de 500 metros de diâmetro e 100 metros de profundidade.



No Parque das Cachoeiras, além das águas tem as trilhas ingremes e sinalizadas, além das cavalgadas.
O Rio do Prata, com suas águas cristalinas que permite ver o fundo do rio e seus detalhes. O Recanto do Rio da Prata oferece algo inusitado, além da Flutuação é possível praticar mergulho e cavalgada. Os equipamentos para flutuação, com máscara, snorkel, roupa de neoprene e colete salva-vidas o que garante a segurança e diversão. Flutuando rio abaixo, em águas calmas, cristalinas, praticamente sem correnteza , o cenário é fantástico.

Muitas espécies de peixes entre a vegetação, acompanham os aventureiros da flutuação. No fundo a areia é muito clara
e a incidência de luz torna o passeio e rio mais lindo. O passeio tem duração de 1 hora e meia, sendo percorridos 1800 metros em águas rasas com 8 metros de profundidade. Também no Rio Sucuri, a flutuação é um passeio de 2 horas, além de outras atrações, tem a cachoeira de água pura e limpa. Ainda tem Cachoeira Boca da Onça, Cachoeiras do Rio do Peixe, Parque Ecológico Rio Formoso, Estância Mimosa Ecoturismo, Cachoeiras do Rio Aquidaban, fazer o Rapel na Boca da Onça e inúmeros atrativos e roteiros de aventura.


Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

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