quarta-feira, 27 de julho de 2011

Morro do Chapéu, onde os OVNIs vão passear



 
Situada no sertão da Bahia, a pequena cidade Morro do Chapéu faz parte da área oriental da Chapada diamantina. A cidade tem seu nome originado de um morrão na região em forma de chapéu.
 
 
 
 
Os atrativos naturais de Morro do Chapéu oferecem inúmeras possibilidades para a prática do turismo ecológico, de contemplação e aventuras radicais.  Apesar do seu potencial ecoturístico, ainda é uma região pouco explorada mas tem alguns hotéis e pousadas.
 
Devido à sua altitude média de 1.100 metros, em algumas épocas a temperatura pode cair até 5 graus centígrados. Em geral o sertão da Bahia mantém altas temperaturas, mas Morro do Chapéu é a única cidade da Bahia que possui temperatura baixa como essa.  
 
 
 
 
 
 

Um dos seus pontos turísticos é a Gruta dos Brejões, uma das mais notáveis do Brasil com 7.750 metros de extensão. Quem gosta de aventuras radicais, a Gruta é um cenário perfeito para a prática de rapel, especialmente na entrada da caverna, que mede 60 metros de largura por 123 metros de altura ou nas claraboias existentes.

É a segunda
maior entrada de caverna do Brasil. Estalactites e estalagmites com 12 metros, cascatas de pedras, colunas, galerias e lagos no interior da caverna tem rara beleza cênica. Na região tem ainda o Buraco do Possidônio, uma imensa cratera de 60 metros de profundidade que tem em seu interior árvores de grande porte como o Cedro.
 
 
 
 
Na região existem inúmeras cachoeiras, como a Cachoeira do Ferro Doido considerada como um monumento natural e trilhas que levam à Cachoeira do Agreste e Cachoeira de Domingos Lopes. A Fonte do Tareco tem águas termais e segundo o pessoal do lugar, são águas medicinais.  
 
 



 
Descoberta há algumas décadas pelo paisagista Burle Marx, na região estão as maiores concentrações orquídeas por metro quadrado, que exibe um imenso jardim natural. É também o local onde esteve o naturalista alemão Augusto Ruski pesquisando o colibri dourado, uma espécie rara de beija-flor que está presente na região.    
                           
 

 
 
A Vila do Ventura foi na década de 1920 o maior produtor de diamantes da região. Porém devido à seca na região e alterações no mercado de carbonato, o garimpo entrou em declínio. Restam algumas casas e sobrados coloniais, o calçamento original em pedra e a pequena igreja.
 
Morro do Chapéu faz parte de um complexo montanhoso com grandes penhascos, campos desertos e pedregosos com escassa vegetação e totalmente desabitado. É uma área rica em ocorrências de fatos misteriosos que construiram um rico folclore de luzes que rondam os campos nas noites sertanejas.
 
 
 
 
Na entrada da cidade há uma réplica de um disco voador. Trata-se do Centro de Pesquisas Ufológicas, sede do Circuito de Pesquisa Porto Cristal, que teve origem devido aos acontecimentos na cidade.
 
Desde o princípio do século passado já ocorriam fatos intrigantes,  que hoje na ótica atual são perfeitamente enquadrados como manifestações ufológicas. Antigos moradores relatam que no passado ao anoitecer, todos se trancavam em casa e ninguém se arriscava a andar pelos campos pois via-se muitas luzes e ruídos estranhos.
 
Ainda hoje eles temem as coisas que voam. Em 1994 ocorreu a maior onda ufológica desta região, quando ao anoitecer surgiram inúmeras luzes que fizeram evoluções no ar, atraindo milhares de curiosos.
 

 
Morro do Chapéu já foi brindada com a visita inesperada de uma nave esférica que, após uma passagem sobre a cidade, baixou sobre as casas inundando a cidade com um imenso facho de luz. Pensando tratar do final do mundo, as pessoas correram para suas casas e a nave se afastou lentamente. Intensas investigações foram feitas nos dias seguintes e fez parte do noticiário da TV Bahia. Mas esta não foi a única ocorrência.

Na noite de 4/11/1986, Morro do Chapéu e
várias outras cidades nas imediações, em um raio de 100 km foram visitadas por uma nave que sobrevoou a região a baixa altitude. Além do barulho, a nave emitiu uma forte vibração que chegou a destruir algumas paredes e fez cair copos e louças das prateleiras. Várias outras ocorrências aconteceram na região em anos posteriores e um objeto chegou a baixar sobre um lago no Recôncavo Baiano.
 




Na casuística ufológica de Morro do Chapéu e da região próxima, acontece um fenônemo estranho  das bolas de luz que aparecem durante o dia e à noite flutua pelos campos. Sendo de um comportamento instável, diferente de fenômenos naturais conhecidos, tem sido objeto de estudos de ufólogos que admitiram tratar-se de fenômenos não identificados. As luzes mudam de direção, param no ar, giram umas em torno de outras, fundem-se
numa única luz e disparam em direções diferentes.
 
Há muitas hipóteses que explicam as luzes que também aparecem em várias partes do mundo. Aceita-se que elas sejam uma espécie de sonda extraterrestre ou intraterrestre que servem para observar e transmitir dados sobre o nosso planeta, tal qual a terra também envia sondas a outros planetas para explorá-los.
 
Alguns cientistas tentam explicar o fenômeno como sendo reflexos noturnos, saturação de campos magnéticos, combustão espontânea e outros. No entanto, tais luzes se comportam de forma absolutamente insólita, descartando todas as explicações científicas.

Todos esses fatos aliados à magia e beleza do lugar, com seus encantos e mistérios, formações rochosas e grutas,
cachoeiras e águas subterrâneas cristalinas, com o céu límpido e livre de poluição, fazem desta terra um paraíso que encanta turistas. Morro do Chapéu oferece serenidade, paz e algumas vezes, a visão de imagens misteriosas e fugazes de OVNIs que passeiam nos céus da cidade...
 

 
 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Barra do Garças, porta para a Atlântida


Barra do Garças, uma cidade do estado Mato Grosso, está aos pés da Serra Azul por onde passam os rios Araguaia e Garças. Com praias paradisíacas, a cidade foi fundada em 1924 por garimpeiros que atrairam muitos para lá devido à lenda de que ex-combatentes da Guerra do Paraguay haviam enterrado naquelas terras uma garrafa de diamantes. Porém a maior riqueza de Barra dos Garças está na sua paisagem.











No Parque da Serra Azul estão maravilhosas cachoeiras e o Cindacta - Centro Integrado de Defesa e Controle de Tráfego Aéreo, o marco geodésico do Brasil. Na Gruta dos Pezinhos há marcas de dezenas de formas de pés humanos, algumas com 4 ou 6 dedos, apesar de que a maioria tem 5.

Ainda que muitas hipóteses tenham sugerido que têm origem intraterrestre, as numerosas formas gravadas tinham uma função numeral e serviam para controlar a quantidade de pessoas pertencentes à tribo que vivia nos arredores da gruta, provavelmente considerada sagrada.






Provavelmente as formas de pés com 4 ou 6 dedos sejam de crianças com má formação, resultado de uniões entre pessoas da mesma tribo. Estimado como presente dos deuses, um evento impregnado de sacralidade era considerado digno de ser representado na pedra como algo muito importante. Em outras grutas próximas há marcações gravadas na pedra que poderiam ser marcadores da população da tribo ou rudimentares calendários lunares, pois as incisões coincidem com as fases lunares.






Também no parque está o Discoporto, um local para pouso de discos voadores que faz parte das crenças místicas da região que envolve a Serra do Roncador, uma área de relevo íngreme e acidentado. Situada em meio da floresta amazônica no estado do Mato Grosso, se estende desde o municipio de Barra do Garças até a Serra do Cachimbo. O nome Roncador surgiu devido os ventos que passam pelos paredões rochosos durante a noite, produzindo um som grave que se assemelha a um ronco.





No meio da serra há um lago chamado de O Portal. Essa lagoa é misteriosa por possuir águas extremamente cristalinas e
não haver nenhum ser vivo dentro dela. Segundo a crença esotérica, deve-se mergulhar nesta lagoa para se ter acesso à Atlântida.

Os índios a chamam de Lagoa Encantada e os caciques da tribo afirmam ter visto discos voadores pairando sobre as águas. Alguns índios nadam na lagoa, mas não se arriscam a mergulharem muito fundo pois tem medo de serem sugados e não voltarem.






Outro acesso seria uma enorme rocha de cristal perfeitamente redonda e transparente, medindo aproximadamente 10
metros de diâmetro. Os ancestrais dos índios Xavantes utilizavam essa rocha como espelho. Muitos mistérios do lugar são guardados pelos índios Xavantes que hoje vivem na região e possuem vários lugares considerados sagrados por eles e que não podem ser visitados sem a presença dos índios. Um desses lugares é uma caverna em que os índios só entram até a primeira galeria não se arriscando avançar mais do que isso, pois segundo eles, nos subterrâneos da caverna vivem seres e quem se arrisca a entrar não volta mais, ou seja, possui uma passagem que leva a um mundo desconhecido.



Valorizada pelos seguidores de seitas místicas, foi nessa área que, procurando por ruínas da "Cidade Perdida de Z", o Coronel Percy H. Fawcett desapareceu misteriosamente dando origem a muitas lendas. Na realidade, o Coronel Fawcett e os outros participantes da expedição quase perderam a vida em um enfrentamento com indígenas no rio Culuene, um afluente do Rio Xingu.

Mas depois do desaparecimento do aventureiro inglês começou-se a conjeturar sobre sua sorte. F
antasiosos jornalistas escreveram que ele teria se aventurado indo ao interior de uma caverna sem fundo nas cercanias da chamada Lagoa Santa. Logo alguns místicos esotéricos difundiram a ideia de que Fawcett havia chegado à hipotética cidade de Ibez localizada no coração do Roncador e para entrar teria se desmaterializado.



Arqueologicamente a Serra do Roncador praticamente é ainda desconhecida, apesar dela ser muito comentada pelos
místicos. Acredita-se que seres evoluídos possuam cidades subterrâneas, cujas entradas ficam escondidas no meio da serra. Os místicos fundaram o Monastério Teúrgico do Roncador e eles acreditam que lá exista um portal.

Quando há
alinhamento de astros, o portal está aberto permitindo a entrada. Dizem que nesse mundo secreto as pessoas são muito desenvolvidas, tanto espiritualmente quanto tecnologicamente e sobrevivem porque existe um Sol de 960 km no interior que ilumina o centro da Terra. A profecia é de que um dia esses seres virão à superfície da Terra para tomar posse dela...

terça-feira, 19 de julho de 2011

Chapada dos veadeiros, a morada dos místicos



No meio do cerrado goiano há um lugar de muita energia. Ponto de encontro de místicos, a Chapada dos Veadeiros em Goiás tem como característica especial a sua localização sobre uma imensa placa de cristal de quartzo. Crenças à parte, o que qualquer um pode constatar é a extrema beleza protegida pelo Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Mesmo para quem não é místico, é difícil não acreditar que a Chapada realmente seja um ponto de convergência de energia, como pregam os que vivem nela.





Inúmeras trilhas levam às cachoeiras e poços de águas cristalinas, de cor castanha, devido à alta concentração de óxido de ferro entre canions rochosos. As trilhas, desde as mais suaves até as que exigem maior esforço, levam a terrenos planos e acidentados por alguns quilometros, sendo um lugar para caminhar mantendo um contato direto com a natureza, sentindo toda a sua energia e esplendor.

Os primeiros habitantes da região foram os índios Goyazes, que deram o nome de Goiás ao estado. Em 1592, ao abrir as primeiras trilhas na região, os bandeirantes dizimaram os índios e deram o nome à Chapada dos Veadeiros, que faz referência aos caçadores do veado-campeiro. Atualmente, seja na natureza ou em uma das mais de trinta terapias e vivências existentes em Alto Paraíso de Goiás, um dos municípios ao qual a Chapada pertence, é impossível não encontrar paz e mergulhar no clima zen da exótica cidade de Alto Paraíso.





Alto Paraíso de Goiás é conhecida como a rota dos peregrinos da Era de Aquário e algumas seitas e entidades voltadas para o misticismo se estabeleceram no lugar em busca do poder emanado pelos cristais de quartzo. Desde a década de 80, a cidade vem atraindo esotéricos, astrólogos, tarólogos, terapeutas e espiritualistas. Algumas casas construídas por místicos tem formatos exóticos. Uma delas é feita em forma de pirâmide, outra em formato de gota e várias possuem pinturas de símbolos esotéricos. São também comuns no local relatos sobre discos voadores e seres extraterrestres.

As formações de cristais surgiram pelo encontro de duas placas tectônicas há mais de um bilhão de anos e na Chapada é possível tropeçar em pedras de quartzo rosa e branco em todos os lugares por onde se passa, mas é próximo às cachoeiras que estão as grandes concentrações de cristais da região. As cachoeiras mais conhecidas podem ser vistas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, onde os guias especializados que conhecem bem a região podem mostrar lugares incríveis. Além disso, eles conhecem alguns riscos que envolvem a aventura e os melhores locais para natação.









As lindas cachoeiras são os pontos mais visitados da Chapada. Com até 200 metros de altura, a sucessão de quedas são de impressionante beleza, como por exemplo, as Cataratas dos Couros, a Cachoeira de São Bento e o Salto de Duas quedas. Dos mirantes pode-se observar cachoeiras que são de difícil acesso. O impacto visual é deslumbrante, ao se deparar com o cenário das maravilhosas quedas e um infinito de arcos-íris.

Algumas são propícias para a natação, outras são melhores para a prática de rapel e canyoing. Rodeadas por campos floridos e pedras de cristal, algumas cachoeiras formam piscinas naturais rodeadas por lajes de pedras. O rio inclui inúmeras possibilidades de aventura mas desaconselha-se a visitação na época das chuvas.









Uma das mais belas caminhadas da Chapada em meio a campos de altitude cheios de flores chamados Sertão Zen, leva às nascentes do Rio Macacão, no topo de uma cachoeira com cerca de 200m de altura. O Rio Macacão abandona a Serra Geral do Paranã formando grandes quedas, as Cachoeiras do Rio Macacão, cannyons e piscinas de rara beleza. As Águas Quentes é uma piscina artificial, rústica, sobre uma mina de água quente e dentro de uma mata, sendo um bom passeio para o final de tarde, depois de uma longa caminhada.







Mas não são somente as cachoeiras encantam quem passa pela Chapada. Campos de flores, mirantes, animais como o veado-campeiro, o lobo-guará, a ema e o tucano de bico-amarelo completam a beleza desse santuário ecológico. Um curioso vale rochoso com piscinas naturais e mini grutas como o Vale da Lua, incrementam a paisagem característica do cerrado.

O Vale da Lua, a 38 km de Alto Paraíso de Goiás, é uma das principais atrações da Chapada mas por causa do risco de enchentes repentinas, não pode ser visitado em dia de chuva. O Mirante do Aeroporto é um dos lugares mais disputados para ver o pôr-do-sol e onde nos fins de semana acontecem encontros para meditações e apresentações musicais. O Pouso Alto é o ponto culminante de Goiás com 1.676m de altitude.



O Vale do Macacos é um complexo de cachoeiras e canions rochosos. O acesso por trilha tropeira é de 35 km e um íngrime caminho a pé. O Canyon I, II e Carioca são canions com piscinas e quedas d'água que são alcançados através de uma boa caminhada. Atravessando alguns riachos, as flores do cerrado são uma atração à parte.





O Jardim Zen tem formações rochosas cercadas de flores. Procurado para meditação, é o lugar predileto dos esotéricos que realizam ali seus rituais, pois ali perto passa o paralelo 14, o mesmo que corta Machu Pichu. O Jardim de Maytrea é um local de extrema beleza com campos de flores, veredas e buritizais. Também é um dos locais mais frequentados pelos místicos. O Parque Salorim com campos, poços, mirantes, área para camping, é onde estão a Cachoeiras Anjos e a Cachoeira Arcanjos, com 7 e 10 metros de queda.

Com quase 40 hotéis, pousadas e hotéis-fazendas, além de 20 restaurantes, a Chapada tem um clima semitropical de suave brisa, com temperaturas médias entre 21º e 22º C mas em qualquer época do ano as noites costumam ser frias. Talvez seja por isso que uma cultura em Alto Paraíso tão comum seja o hábito de ficar em volta de uma fogueira que existem até nas pizzarias, pousadas e áreas de camping. Praticamente todas as pousadas tem um lugarzinho onde uma bela fogueira é acesa a noite e as pessoas costumam se reunir em volta para tomar vinho e conversar. Entre os moradores é comum o hábito de convidar os amigos para uma fogueira.

A mehor época do ano para visitação é entre maio e outubro, pois chove menos e a vegetação fica mais exuberante. Veredas com buritis e campos floridos de sempre-vivas, canelas de ema, caliandras, mimosas e outras, principalmente a partir de janeiro, florescem atingindo seu apogeu em maio. Na Fazenda Lua, cercada por paredões de pedra, vive uma pequena comunidade seguidores do mestre indiano Osho.



Tanta riqueza permaneceu guardada durante muito tempo, da mesma forma que a riqueza cultural mantida pelas comunidades pioneiras revelando tradições que permanecem na região há mais de 250 anos. O meio ambiente e a cultura foram preservados e permitem o eterno encantamento dos que visitam a Chapada dos Veadeiros pela primeira vez ou que retornam presos pela magia do lugar.

Além das belezas naturais, a Chapada dos Veadeiros tem encantos próprios, que não se encontra em nenhum outro lugar. Uma particularidade é o delicioso sorvete com florais do cerrado, receitas desenvolvidas por uma terapeuta alternativa que estuda as propriedade dos florais. Mas o que encanta é o jeito muito peculiar e afetuoso dos cumprimentos. Com um discreto beijinho na face, as pessoas se abraçam e respiram por um segundo em sintonia...





Mas a maior sintonia está em Cavalcante, considerado o berço dos povos da Chapada onde está um dos principais quilombos do Brasil. Há mais de 250 anos os calungas remanescentes se espalham em uma área de mais de 200.000 hectares. O povoado do Engenho II, o Vão de Almas e Vão do Moleque nos remete a um encontro com o passado.

O isolamento em meio de uma natureza rude que segrega mais ainda seus habitantes, faz com que eles vivam como no século passado, muitas vezes em estado precário precisando caminhar cerca de 5 km para pegar água. Isolados, chegaram ali no passado fugindo da escravidão e se isolaram entre os vales e afluentes do rio Paraná, em lugares quase inacessíveis. Quando se ingressa nos "Vãos", como são chamados, entramos definitivamente em outra dimensão.

Os Calungas são pessoas simples e profundas que preservam hábitos que se impõem ao nosso tempo e que eleva o homem acima dos conceitos do consumo que o mundo globalizado nos deixa de herança, suprimindo a cultura popular e a sutileza encontrada na simplicidade das coisas. Apesar de estarem desprovidos de bens materiais, sabem aproveitar a vida melhor do que os que moram em grandes cidades. Isso fica evidente na alegria das crianças ou na serenidade estampada no rosto dos mais velhos...



Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

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